Crescer na <i>OGMA</i>
Os problemas que afectam os trabalhadores, a actividade sindical e o reforço do Partido foram os temas dominantes dos trabalha da II Assembleia da célula do Partido na OGMA, realizada no sábado. A célula, que não realizava uma assembleia desde 1977, está integrada na Organização Concelhia de Vila Franca de Xira e no seu sector de empresas.
Na resolução política, aprovada por unanimidade, salienta-se a importância de o núcleo activo da célula participar na actividade sindical da empresa, o que facilita o contacto regular e a troca de informações entre os militantes. Mas tem também consequências negativas, nomeadamente a sobrecarga de trabalho. Recentemente, iniciou-se a venda regular do Avante! no interior da empresa.
A célula tem tido uma intervenção própria junto dos trabalhadores da OGMA, através do boletim ou da distribuição de documentos do Partido. Ultimamente, a célula deparou-se com algumas dificuldades na sua distribuição.
Na resolução política, salienta-se a necessidade de «adoptar medidas para repor a periodicidade do boletim», não devendo passar mais de dois meses sem ser editado. Para tal, há que regularizar o funcionamento da própria célula e descentralizar a redacção dos textos.
Recrutar mais militantes para o Partido é um dos objectivos da célula. «Convidar para o Partido os trabalhadores que mais se destacam nas lutas, os trabalhadores mais sérios e conscientes dentro da empresa» é uma orientação para o trabalho futuro. A definição de prioridades para os comunistas na empresa é outra das decisões, já que as múltiplas solicitações feitas aos comunistas da OGMA tem provocado uma sobreposição de tarefas. E isto tem condicionado o crescimento do Partido no interior da empresa.
Com a privatização da OGMA, desencadeou-se um «ataque sem precedentes contra os direitos dos trabalhadores», afirma-se na resolução da assembleia. Para a célula, o suporte dessa ofensiva é o acordo de empresa, assinado entre a última administração pública da empresa e um sindicato, que nunca foi legitimado pelos trabalhadores. A este acordo seguiu-se o regulamento de carreiras, que torna possível que um desenhador e um motorista tenham a mesma categoria profissional, e que permite que um trabalhador nunca seja promovido devido à progressão estar dependente de factores alheios ao trabalhador e ao seu desempenho.
Muitas promoções, denuncia a célula, resultam não da aplicação deste regulamento mas de aliciamentos e chantagens sobre os trabalhadores. A adesão ao Acordo de Empresa e, posteriormente, ao regulamento de carreiras era condição de progressão.
Na resolução política, aprovada por unanimidade, salienta-se a importância de o núcleo activo da célula participar na actividade sindical da empresa, o que facilita o contacto regular e a troca de informações entre os militantes. Mas tem também consequências negativas, nomeadamente a sobrecarga de trabalho. Recentemente, iniciou-se a venda regular do Avante! no interior da empresa.
A célula tem tido uma intervenção própria junto dos trabalhadores da OGMA, através do boletim ou da distribuição de documentos do Partido. Ultimamente, a célula deparou-se com algumas dificuldades na sua distribuição.
Na resolução política, salienta-se a necessidade de «adoptar medidas para repor a periodicidade do boletim», não devendo passar mais de dois meses sem ser editado. Para tal, há que regularizar o funcionamento da própria célula e descentralizar a redacção dos textos.
Recrutar mais militantes para o Partido é um dos objectivos da célula. «Convidar para o Partido os trabalhadores que mais se destacam nas lutas, os trabalhadores mais sérios e conscientes dentro da empresa» é uma orientação para o trabalho futuro. A definição de prioridades para os comunistas na empresa é outra das decisões, já que as múltiplas solicitações feitas aos comunistas da OGMA tem provocado uma sobreposição de tarefas. E isto tem condicionado o crescimento do Partido no interior da empresa.
Com a privatização da OGMA, desencadeou-se um «ataque sem precedentes contra os direitos dos trabalhadores», afirma-se na resolução da assembleia. Para a célula, o suporte dessa ofensiva é o acordo de empresa, assinado entre a última administração pública da empresa e um sindicato, que nunca foi legitimado pelos trabalhadores. A este acordo seguiu-se o regulamento de carreiras, que torna possível que um desenhador e um motorista tenham a mesma categoria profissional, e que permite que um trabalhador nunca seja promovido devido à progressão estar dependente de factores alheios ao trabalhador e ao seu desempenho.
Muitas promoções, denuncia a célula, resultam não da aplicação deste regulamento mas de aliciamentos e chantagens sobre os trabalhadores. A adesão ao Acordo de Empresa e, posteriormente, ao regulamento de carreiras era condição de progressão.